5.30.2008

Atracção fatal

Cimento

Eu cá é mais filmes

Celebremos Tolstoi, esse grande cineasta! Parabéns pá!

Esta encontrei-a num comentário a uma biografia do escritor russo do século XIX, num site brasileiro. E claro que não resisti a reproduzir:

«O seu filme guerra e paz foi ótimo eu assisti e gostei muito eu te parabenizo por esta obra maravilhosa.

Por: carine»

Harry Potter apanhado com a mão na botija

A camuflagem perfeita...

5.27.2008

O filho do recluso



com os agradecimentos ao vizinho O Melhor e O Pior, que "descobriu" esta pérola de amor filial

5.16.2008

Sem saida

Gervais e o criacionismo

Manual de cuidados parentais

Funny Pictures

Startrek

Funny Pictures

Acidentes bizarros

Nada de particularmente gore ou sangrento, apenas uma grande colecção de imagens de acidentes insólitos, sobretudo com carros.

Daqueles difíceis de explicar à seguradora, por exemplo...

O site é este e ficam aqui algumas amostras:




5.08.2008

A história de um romance em três imagens

O capitalismo e as vacas

Capitalism and Cows

TRADITIONAL CAPITALISM -- You have two cows. You sell one and buy a bull. Your herd multiplies, and the economy grows. You sell them and retire on the income.

AN AMERICAN CORPORATION -- You have two cows. You sell one, and force the other to produce the milk of four cows. You are surprised when the cow drops dead.

FRENCH CORPORATION -- You have two cows. You go on strike because you want three cows.

A JAPANESE CORPORATION -- You have two cows. You redesign them so they are one-tenth the size of an ordinary cow and produce twenty times the milk. You then create clever cow cartoon images called Cowkimon(tm) and market them world-wide.

A GERMAN CORPORATION -- You have two cows. You re-engineer them so they live for 100 years, eat once a month, and milk themselves.

A BRITISH CORPORATION -- You have two cows. Both are mad.

AN ITALIAN CORPORATION -- You have two cows, but you don't know where they are. You break for lunch.

A RUSSIAN CORPORATION -- You have two cows. You count them and learn you have five cows. You count them again and learn you have 42 cows. You count them again and learn you have 12 cows. You stop counting cows and open another bottle of vodka.

A SWISS CORPORATION -- You have 5000 cows, none of which belong to you. You charge others for storing them.

A HINDU CORPORATION -- You have two cows. You worship them.

A CHINESE CORPORATION -- You have two cows. You have 300 people milking them. You claim full employment, high bovine productivity, and arrest the newsman who reported the numbers.

AN ARKANSAS CORPORATION -- You have two cows. That one on the left is kinda cute.

ENRON CORPORATION -- You have two cows. You sell three of them to your publicly listed company, using letters of credit opened by your brother-in-law at the bank, then execute a debt/equity swap with an associated general offer so that you get all four cows back, with a tax exemption for five cows. The milk rights of the six cows are transferred via an intermediary to a Cayman Island company secretly owned by the majority shareholder who sells the rights to all seven cows back to your listed company. The annual report says the company owns eight cows, with an option on one more. Sell one cow to buy a new president of the United States, leaving you with nine cows. No balance sheet provided with the release. The public buys your bull.

ARTHUR ANDERSON, LLC -- You have 2 cows. You shred all documents that Enron has any cows, take 2 cows from Enron for payment for consulting the cows, and attest that Enron has 9 cows.

Procura-se voluntário para viagem

Come to the dark side!

Hoje tomei o meu Prozac!

Frontalidade acima de tudo!

E para loiras...

Nigga Werd

Pinguin corajoso

Sabedoria Budista

A Náusea

Teste de Atenção

Precisa-se

5.07.2008

Loira digital


Millor Fernandes, a Língua Portuguesa e os Palavrões

Nosso Vocabulário

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

"Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?

No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!". O "Não, não e não!" e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não!" o substituem. O "Nem fodendo" é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!". O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.

Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!". O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e, mais recentemente, o "prepone" - presidente de porra nenhuma.

Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o-pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por ílaba...Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no olho do seu cu!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fodeu de vez!".

Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"? O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. "Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!". O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal.

Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se.

Millôr Fernandes, humorista, teatrólogo e jornalista brasileiro

Jesus, Madalena e o Tuga

Maria Madalena estava para ser apedrejada quando Jesus resolveu interceder em seu favor diante da multidão que ali estava.
Jesus disse:
- Quem nunca errou, que atire a primeira pedra.
O português, presente em todos os lugares e épocas, empolgou-se, pegou num enorme calhau e acertou em cheio na testa da Maria Madalena, que caiu redonda.
Jesus, muito entristecido, foi direito ao portuga, olhou-o bem nos olhos e perguntou:
- Meu filho, diz-me a verdade, nunca erraste na tua vida?
O português:
- A esta distância não, nunca!!!

A Dança - Um clássico do humor britânico

Ciência Versus Fé


Estou com o estúpido


Fuck off, kid